Abelhas sem ferrão fazem sucesso no estande da CATI

 Abelhas sem ferrão fazem sucesso no estande da CATI

Visitantes da Agrishow podem ver e aprender sobre a meliponicultura – criação de abelhas sem ferrão – parceria da CATI com a Associação de Criadores de Abelhas Nativas do Nordeste Paulista

Abelhas sem ferrão fazem sucesso no estande da CATI

Imprescindíveis para a produção de alimentos, as abelhas sem ferrão são um grande atrativo na área da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), montada na Agrishow, em Ribeirão Preto. Os visitantes da feira podem aprender mais sobre esses insetos em uma exposição de espécies de abelhas nativas, como a jataí e mandaçaia; e de um sistema de criação de abelhas africanizadas.

Além de conhecer os meliponários, durante a visita ao estande da CATI é possível degustar o mel que elas produzem. São Paulo possui mais de 60 espécies de abelhas sem ferrão. “A CATI traz essa mostra para a feira, pois a meliponicultura – criação de abelhas nativas sem ferrão – vem sendo desenvolvida por produtores rurais e urbanos, como forma de geração de emprego e renda, promovendo o uso sustentável da biodiversidade e a conservação das espécies”, acrescenta a Ecóloga e Especialista Ambiental da CATI, Carolina Matos.

Para informar os visitantes da Agrishow sobre o universo das abelhas, a produção de mel seguro e regularizado, extensionistas da CATI, apicultores e meliponicultores estão à disposição no estande da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP.

As abelhas são um dos mais importantes polinizadores. No Brasil, a polinização é fundamental para o cultivo de frutas, café e outros grãos. Apesar desse importante serviço, as abelhas estão ameaçadas em todo o mundo. Desde meados de 2006, os pesquisadores alertam para o declínio das abelhas e o impacto do sumiço desses polinizadores para todo o ecossistema, afetando inclusive a economia de países que, como o Brasil, têm a agricultura como um de seus grandes pilares de sustentação econômica. Cientistas de todo o globo buscam explicar os motivos desse sumiço.

O Instituto Biológico tem contribuído para o avanço do conhecimento nessa área, por meio de estudos conduzidos com participação de diversas instituições científicas do Brasil e do exterior. Os trabalhos são desenvolvidos no Laboratório Especializado em Sanidade Apícola (LASA) do IB localizado em Pindamonhangaba, interior paulista. Este é o único do país na área e realiza diagnóstico de vírus, fungos, bactérias e parasitas que acometem as abelhas Apis mellifera africanizadas.

 

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