Usinas de asfalto trazem alta performance, robustez e economia de combustível

Usinas de asfalto trazem alta performance, robustez e economia de combustível

Usinas de asfalto trazem alta performance, robustez e economia de combustível

As usinas de asfalto são equipamentos usados nos setores da construção civil e sua função é dosar materiais, secar e aquecer agregados que serão misturados com o ligante asfáltico. As máquinas podem ser utilizadas em distintos projetos de pequeno a grande porte, dependendo da sua configuração, com a opção móvel ou estacionária (fixa).
Nesta edição do Comparativo da Revista Eae Máquinas apresentamos as principais usinas de asfalto existentes no mercado para você analisar qual é o equipamento mais adequado para a sua aplicação.

Ammann – ACM 100 PRIME

Se você busca por tradição e versatilidade, a Ammann, que está há mais de 150 anos no mercado, apresenta o modelo ACM 100 PRIME que pode produzir diferentes tipos de misturas asfálticas, desde convencionais de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), asfalto modificado por inserção de polímeros ou até asfalto reciclado.

O equipamento integra o portfólio das usinas de produtividade até 100 ton/h. A empresa destaca que um dos benefícios da máquina é o sistema de aquecimento e secagem dos agregados. “O queimador suíço foi projetado para o processo de secagem e aquecimento e está disponível em todas as combinações de combustível, garantindo assim o mais baixo nível de consumo por tonelada de asfalto produzida no mercado”, declara a fabricante.

De acordo com a marca, as máquinas oferecem soluções de reciclagem personalizadas, devido a tecnologia que garante a qualidade em misturas com o uso de material asfáltico reciclado (RAP, sigla em inglês). “Quando falamos em qualidade também tem a ver com consistência, estabilidade, otimizando o tempo e a produção contínua como forma de priorizar o custo-benefício”, afirma a companhia.

Outra característica deste modelo é o sistema de incorporação de reciclado a frio (RAC) que comporta capacidades de 15% a 40%. A empresa informa que o material é cuidadosamente dosado e incorporado diretamente no misturador.

“Em cooperação com os clientes e laboratórios, desenvolvemos o Ammann Foam System (sistema de asfalto espumado Ammann). Com base no efeito da espuma com água, nosso sistema de asfalto espumado trabalha em usinas contínuas e em usinas gravimétricas por todo o mundo. O Ammann Foam opera sem adicionais químicos e pode ser ajustado para qualquer usina existente”, detalha a companhia.

Este sistema permite que sua aplicação na construção de faixas de rodagem tenha vários graus de resistência, assim como os asfaltos com polímeros. “Mesmo camadas frias de base podem ser produzidas com 100% de materiais recicláveis. Isto significa que a utilização de asfalto espumado complementa de maneira ideal a adição de reciclado no misturador”, avalia a empresa.

A efetividade produtiva, diz a companhia, é controlada pelo sistema “as1” da Ammann sendo este vital para a operação da usina, fácil de operar, com interface intuitiva e amigável, ele possui as opções de configuração: manual, semiautomática e automática. “O sistema pode ser calibrado manualmente com mais precisão, o ‘as1 EcoView’, monitora o consumo de energia e as emissões”, informa.

As principais características das máquinas são: ultra mobilidade e design compacto, desempenho e alta qualidade de mistura, processos de mistura e aquecimento são claramente separados, queimador de grande eficiência e troca de calor com os agregados, otimizada em todas as seções do secador.

Além de secagem em circuito fechado e com isolamento térmico, proporcionando baixo consumo e redução de custos; e tempo de mistura ajustável, baseado na fórmula e na capacidade. Assim como sistema de filtragem por ar a pressão atmosférica, reduzindo o desgaste das mangas; e capacidade de utilizar até 15% de RAP na mistura. Também está pronta para receber opcionais como sistema de foam bitumen, sistema de injeção de fibras, entre outros.

Ela, segundo a companhia, ainda apresenta diferenciais tecnológicos como: as unidades e os sistemas de controle, asfalto de baixa temperatura, consumo energético, desgaste dos materiais e combustíveis alternativos.

CIBER Equipamentos Rodoviários – iNOVA 1000

A Ciber Equipamentos Rodoviários, é a  empresa do Wirtgen Group responsável por desenvolver e aplicar, nas usinas de asfalto de fluxo contínuo, tecnologias que, segundo a marca, garantem a mais alta qualidade na produção do concreto asfáltico, com o mais baixo custo de produção.

A série de usinas iNOVA tem a produção máxima entre 100 e 200 t/h.  Segundo a marca, a linha tornou-se referência nos mercados local e externo por apresentar tecnologias que proporcionam a excelência nos sistemas de dosagem, secagem, filtragem, mistura e controle da produção, como o modelo iNOVA 1000, a menor usina da série, que possui uma produção de 50t/h até 100 t/h em 1 mobilidade.

De acordo com a companhia, entre as principais características deste modelo, destaca-se a precisão na dosagem dos materiais. “A garantia da perfeita proporção entre os materiais é dada pela pesagem dinâmica individual dos agregados aliado ao sistema Pick up de monitoramento e correção das velocidades das correias”, afirma.

A fabricante explica que outra tecnologia importante para a precisão na dosagem é o sensor de umidade (opcional) que mede a umidade dos agregados, em tempo real, ajustando o sistema de pesagem dos agregados e, como consequência, garantindo uma perfeita dosagem do CAP (cimento asfáltico de petróleo).

Entre os principais benefícios, diz a companhia, deste modelo de usina de asfalto é que ele apresenta secagem dos agregados. “Como já é tradição nas usinas Ciber, a INOVA 1000 apresenta um secador contrafluxo, com isolamento térmico, dedicado exclusivamente aos agregados”, afirma a empresa.

A fabricante explica que o queimador, projetado pela própria empresa, é responsável por gerar a energia térmica aos agregados e “pode atuar de forma totalmente automática, seguindo a temperatura ótima da mistura. O sistema de secagem inteligente é responsável por garantir a perfeita troca térmica entre os gases de combustão e os agregados, ao longo do tambor secador, independente das características do projeto ou dos agregados, reduzindo de forma expressiva o consumo de combustível”, explica.

Em relação à filtragem dos gases, a Ciber informa que a temperatura e a velocidade dos gases provenientes do secador são sempre perfeitas por conta das variações das velocidades de giro do secador e do exaustor, ambos sistemas controlados automaticamente por sensores. “Desta forma, o nível de manutenção do filtro é o menor possível. A área de filtragem de 518m² garante a recuperação de mais de 99,99% dos finos para a mistura, resultando em baixíssimo nível de emissões para o meio ambiente”, assegura.

“A convergência entre a robustez e a potência do misturador Pug mil com as tecnologias de mistura a seco e o controle automático do tempo de mistura resulta no estado da arte em misturador para uma usina contínua”, avalia a companhia.

Em relação a qualidade da mistura gerada pelo equipamento, a fabricante afirma que todos os critérios para a produção de misturas especiais estão contemplados. O  que, de acordo com a Ciber, traz flexibilidade ao construtor para produzir desde misturas convencionais até as mais complexas, com a máxima qualidade da mistura.

Segundo a empresa, é possível, nas usinas da nova geração, produzir em um sistema 100% em automático, reduzindo sensivelmente a complexidade da produção e, ao mesmo tempo, monitorando todos os componentes durante a produção, “através de sistema de diagnóstico, mantendo a usina operativo sem surpresas durante a operação”, completa.

Lintec-Ixon – LX 7001

Outra opção é a usina de asfalto LX 7001, da Lintec-Ixon, que é a primeira usina no mundo com capacidade de 70 t/h em chassi único, somando-se a LX 5001 de 50 t/h com a mesma característica. De acordo com a empresa, o modelo foi desenvolvido para reduzir os custos operacionais e pode ser utilizado em diferentes aplicações.

“Todo o sistema operacional e tancagem da máquina estão em um único conjunto, facilitando a logística e reduzindo consideravelmente os custos de transporte e montagem, tornando o equipamento o ideal para um país com a extensão territorial do Brasil e que requer intensa mobilização do ponto de produção do asfalto”, destaca a fabricante.

Segundo a companhia, este modelo de usina de asfalto foi dimensionado para atender a distintos projetos, desde uma pequena operação de conservação e manutenção de vias urbanas até a pavimentação de grandes rodovias ou projetos especiais.

“A Usina LX 7001 possui uma excelente capacidade de produção e um sistema inteligente que permite gerar relatórios de produção e desempenho, aliado a uma tela de comando intuitiva e fácil de operar”, afirma a empresa.

A Lintec-Ixon informa que o equipamento é ideal para obras rápidas e de alta qualidade e possui características como: controle totalmente automatizado; misturador duplo de eixo de alta eficiência e durabilidade; capacidade de até 70 t/h; tanque para CAP (Cimento Asfáltico de Petróleo) e combustível com sistema de aquecimento integrado; filtro de mangas com sistema de recuperação dos finos e queimador compacto e eficiente para óleo leve e pesado.

A fabricante informa ainda que os equipamentos da marca possuem um sistema eletrônico embarcado que permite o melhor controle da temperatura de queima dos combustíveis, especialmente nos chamados “óleos pesados” que são amplamente utilizados no Brasil e necessitam de um sistema mais calibrado para sua queima eficiente.

Outro diferencial do equipamento está na cabine de comando que, segundo a empresa, é ampla e possui o quadro de força interno em um segundo ambiente, de acordo com as normas de proteção. Essa medida garante maior durabilidade dos componentes internos, por estarem protegidos e climatizados.

Todas as usinas da marca são fabricadas com misturador externo (Pug-Mill), com sistema de acionamento único, transmissão de força através de engrenagem central, gerando pouco desgaste e diminuindo a manutenção. “Os equipamentos atendem as mais severas condições de uso, são desenvolvidos com softwares de última geração, passando por rigorosas avaliações técnicas e modernos processos industriais que garantem a qualidade na preparação de misturas asfálticas”, revela a companhia.

Margui Engenharia – UAM 120

Com baixo custo de produção e software próprio para controle de granulometria e dosagem de asfalto de alta precisão, a usina de asfalto UAM 120 da Margui Engenharia alia robustez, tecnologia e confiabilidade.

Segundo a fabricante, o equipamento tem garantia da produção da massa asfáltica com alta qualidade, dentro das normas e controles tecnológicos exigidos pelos órgãos competentes de fiscalização.

De acordo com a marca, a máquina pode ser utilizada por grandes e médias construtoras e por órgãos públicos que demandam uma produção eficiente com qualidade e entrega rápida. “O modelo contempla um sistema com baixo custo de manutenção, além de filtragem eficiente com perfeita troca térmica”, disse a Margui Engenharia.

A empresa informa que a usina possui alta tecnologia e conta com um sistema de secagem contrafluxo de alto rendimento térmico e baixo consumo de combustível. Além de um sistema de mistura dos agregados e asfalto do tipo externo, o que evita a exposição da massa asfáltica ao calor da secagem. O equipamento engloba ainda um sistema de filtragem a seco de alta eficiência, atendendo aos padrões normativos ambientais.

Outro ponto destacado pela empresa é a facilidade de logística e atendimento nos diferentes posicionamentos da obra, visto que a usina UAM 120 abrange flexibilidade de layout com ajustes a critério do cliente. “O baixo consumo de combustível com a possibilidade de utilização de diferentes fluídos para a queima é um diferencial deste modelo”, afirma a companhia.

A máquina apresenta 21 metros de comprimento e 4,4 metros de altura, o equipamento pesa 35 toneladas e tem 3,2 metros de largura. Em suas características técnicas contém 3 silos dosadores que possuem capacidade total de 15 metros cúbicos. A usina contempla ainda uma cabine com isolamento termoacústico, com sistema de controle automático e manual computadorizado, e circulação de ar frio para o painel de comando elétrico.

A marca explica que o equipamento permite a incorporação de filler (enchimento) e fibra à massa asfáltica, e atende cada traço da mistura a ser executada. O sistema da máquina, diz a empresa, é de fácil operação e utiliza peças robustas e de baixas intercorrências de manutenção.

“Vale destacar que a Margui Engenharia desenvolve soluções 100% nacionais, sempre com excelente custo-benefício”, avalia a empresa que conta com uma área de pós-vendas e possui profissionais técnicos capacitados para a entrega dos equipamentos.

 

 

 

 

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