Embrapa Cocais e Secretaria de Agricultura Familiar realizam live sobre alimentos biofortificados

Para falar sobre as ações advindas do Acordo de Cooperação Técnica entre a Embrapa e o Governo do Estado do Maranhão para transferência de tecnologia em cultivos biofortificados, a Embrapa Cocais e a Secretaria de Agricultura Familiar – SAF do Estado realizam live nesta sexta-feira, dia 26 de junho, às 16h. O evento virtual vai abordar também o monitoramento da iniciativa no estado e como ter acesso ao material propagativo. A transmissão será pelo Instagram: @sistemasafma e @vitoriano_carlos.  

A biofortificação de alimentos no Brasil tem como essência enriquecer alimentos que já fazem parte da dieta da população mais carente, como arroz, feijão, feijão-caupi, mandioca (macaxeiras), batata-doce, milho, abóbora e trigo, a partir do aumento dos teores de ferro, zinco e vitamina A, introduzindo alimentos mais nutritivos na dieta dessas pessoas. O objetivo é diminuir a desnutrição e garantir maior segurança alimentar, além de combater fortemente a chamada “fome oculta”, que é a carência específica de micronutrientes.  

Biofortificados no Maranhão – A recomendação baseia-se nos cultivos de feijão-caupi (BRS Araçê e BRS Tumucumaque), mandioca (BRS Dourada, BRS Jari e BRS Gema de Ovo), batata-doce (Beauregard), milho (BRS 4104). Além da qualidade nutricional, são também incorporadas boas características agronômicas, como produtividade, resistência à seca e a pragas, o que, por sua vez, gera boa aceitação pelo mercado, consumidores e produtores. Atualmente, os cultivos biofortificados no estado estão presentes em praticamente todos os municípios, beneficiando muitas famílias.  

Atuação nacional e internacional – A Rede BioFORT consiste em um conjunto de projetos responsáveis pela biofortificação de alimentos no Brasil. É coordenada pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, sendo que várias Unidades da Embrapa são participantes, a exemplo da Embrapa Cocais. No Brasil, o programa BioFORT, congrega mais de 150 pessoas em diferentes áreas do conhecimento e em 14 Estados brasileiros. Essa rede interage com universidades, centros de pesquisa nacionais e internacionais, associações de produtores, governo, prefeituras e organizações não-governamentais. Busca também a promoção do aumento da produção e do consumo de alimentos biofortificados nas diversas regiões do Brasil, por intermédio do fortalecimento de uma rede para a transferência de tecnologias com abrangência nacional. A Rede foi iniciada pelo projeto HarvestPlus, financiado pela fundação Bill & Melinda Gates e pelo Banco Mundial, entre outros, e também inclui o projeto AgroSalud, financiado pela Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA), ambos coordenados pela Embrapa Agroindústria de Alimentos.

(Fonte:Assessoria de imprensa)

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