Fábrica da Schneider Electric em Wuhan, na China, é nomeada uma de apenas três Global Lighthouses for Talent pelo Fórum Econômico Mundial

Fábrica da Schneider Electric em Wuhan, na China, é nomeada uma de apenas três Global Lighthouses for Talent pelo Fórum Econômico Mundial

Unidade, que marca o nono reconhecimento global da companhia, amplia a qualificação em automação e reduz a rotatividade de técnicos de 48% para 6%

Fábrica da Schneider Electric em Wuhan, na China, é nomeada uma de apenas três Global Lighthouses for Talent pelo Fórum Econômico Mundial

Schneider Electric, líder global em tecnologia de energia, anuncia que sua fábrica de Wuhan, na China, foi reconhecida pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) como uma Global Lighthouse for Talent entre apenas três fábricas em todo o mundo a conquistar essa distinção.

A Global Lighthouse Network é uma iniciativa do Fórum Econômico Mundial que reconhece “sites” operacionais e cadeias de valor de classe mundial que atingiram desempenho excepcional em produtividade, resiliência da cadeia de suprimentos, centralidade no cliente, sustentabilidade e talentos. Foi cofundada com a McKinsey & Company e é orientada por um conselho consultivo de líderes da indústria que trabalham juntos para moldar o futuro da manufatura global.

Categoria recentemente introduzida, a designação Talent identifica sites operacionais que geram impacto transformador na força de trabalho por meio de soluções avançadas em desenho do trabalho e segurança, planejamento, atração e integração de talentos, desenvolvimento e efetividade.

A fábrica de Wuhan é o 9º Lighthouse global da Schneider Electric e o primeiro reconhecido por Talent, complementando outras oito fábricas Lighthouses e centros de distribuição em todo o mundo, incluindo cinco Sustainability Lighthouses.

Hub estratégico na cadeia de suprimentos da Schneider Electric na China e modelo de digitalização industrial, a fábrica de Wuhan enfrentou desafios significativos de força de trabalho impulsionados pela rápida automação e por uma expansão de 239% no portfólio de produtos. Nos últimos cinco anos, a fábrica aumentou a automação em 55% e expandiu seu portfólio de produtos em 239%, criando lacunas críticas de talentos: originalmente, só 20% dos colaboradores eram qualificados em automação, a integração levava 75 dias e a rotatividade de técnicos alcançava 48%.

Para enfrentar esses desafios, a Schneider Electric implementou um modelo de força de trabalho centrado nas pessoas e preparado para o futuro, combinando tecnologia, parcerias e aprendizado contínuo:

  • Pipeline de talentos preparados para o futuro: parcerias com 11 escolas técnicas para oferecer programas de aprendizagem digital, laboratórios de inteligência artificial (IA) e bolsas de estudo, criando um pipeline sustentável de competências.
  • Gestão de competências orientada por IA: a IA agêntica identificou e acompanhou lacunas de competências e atribuiu treinamentos personalizados apoiados por trilhas de carreira com “pay-for-skills”. A prontidão da força de trabalho saltou de 20% para 76% e 56% dos colaboradores foram requalificados.
  • Programação centrada nas pessoas: a otimização da alocação de tarefas reduziu horas extras e melhorou o desempenho de entrega.
  • Manutenção assistida por IA generativa: orientações inteligentes e pareamento com mentores reduziram o tempo de reparo e diminuíram a rotatividade de técnicos de 48% para 6%.
  • Aceleração da introdução de novos produtos impulsionada por IA: automatização de tarefas repetitivas, liberando engenheiros para atividades de alto valor e encurtando os ciclos de introdução de novos produtos em 66,7%. O lead time de introdução de novos produtos foi reduzido de 36 meses para 12 meses.

“A Quarta Revolução Industrial é tanto sobre pessoas quanto sobre tecnologia”, afirma Mourad Tamoud, Chief Supply Chain Officer da Schneider Electric. “Em Wuhan, mostramos que, quando a IA e o potencial humano trabalham juntos, as organizações podem construir forças de trabalho resilientes, ágeis e preparadas para o futuro, garantindo, ao mesmo tempo, que a tecnologia cumpra seu propósito final: entregar mais valor aos clientes.”

“A competitividade hoje não é mais definida apenas pela eficiência, mas pela capacidade de perceber, se adaptar e responder com rapidez”, diz Kiva Allgood, Managing Director do Fórum Econômico Mundial. “Os sites de transformação industrial deste ano mostram como operações orientadas por inteligência estão sendo escaladas para colocar a resiliência e a sustentabilidade no centro da forma como a indústria opera.”

Essa conquista reflete o compromisso da Schneider Electric com o desenvolvimento de talentos preparados para o futuro, a construção de uma organização ágil e o fomento de uma cultura que capacita pessoas e impulsiona a inovação.

Sobre a Schneider Electric

A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo eficiência sustentabilidade por meio da eletrificação, automação e digitalização de indústrias, negócios e residências. Suas tecnologias permitem que edifíciosdata centersfábricasinfraestruturas redes funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas impulsionados por inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil colaboradores e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo.

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