Safrinha de milho entra em fase decisiva sob cenário de chuvas irregulares
Previsão do INMET para fevereiro reforça papel da eficiência hídrica na proteção do potencial produtivo da segunda safra

Fevereiro marca um dos períodos mais sensíveis para a safrinha de milho no Brasil. Com o avanço do plantio e o início do desenvolvimento das lavouras, a disponibilidade de água no solo passa a ter impacto direto sobre o potencial produtivo da cultura, especialmente em um contexto de maior instabilidade climática.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão indica grande irregularidade na distribuição das chuvas pelo país. Enquanto regiões do Centro-Oeste e Sudeste podem registrar acumulados superiores a 100 mm, com pontos acima de 200 mm, áreas do Nordeste e do Norte devem enfrentar volumes significativamente menores, com registros abaixo de 40 mm e até ausência de precipitação em algumas localidades.
Esse contraste climático ocorre justamente no momento em que boa parte do potencial produtivo do milho safrinha começa a ser definido. Especialistas alertam que falhas na retenção de umidade do solo, perdas por evaporação e aplicações pouco eficientes de insumos nas fases iniciais da cultura podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir a capacidade da lavoura de atravessar períodos de estresse hídrico mais à frente.
Além da irregularidade das chuvas, o INMET também aponta temperaturas elevadas em diversas regiões produtoras, o que intensifica a evapotranspiração e pressiona ainda mais o balanço hídrico do solo. Para o milho safrinha, esse cenário aumenta o risco de desuniformidade no estande e de perdas silenciosas de produtividade, muitas vezes percebidas apenas na colheita.
Nesse contexto, tecnologias voltadas ao gerenciamento da água no solo e à melhoria da eficiência das aplicações ganham relevância. Soluções que ajudam a reduzir perdas, melhorar a absorção de insumos e preservar a umidade por mais tempo contribuem para diminuir riscos em um ciclo marcado por incertezas climáticas.
Para Francisco de Carvalho, gerente comercial da Hydroplan-EB, a eficiência hídrica precisa ser encarada como parte da estratégia produtiva da safrinha. “Fevereiro é um mês decisivo para o milho. O produtor que consegue preservar a umidade do solo e melhorar a eficiência das aplicações nesse momento cria uma base mais sólida para a lavoura enfrentar oscilações climáticas ao longo do ciclo”, afirma.
Segundo ele, a adoção de soluções voltadas à eficiência não está ligada apenas ao aumento de produtividade, mas à previsibilidade do sistema produtivo. “Quando o desenvolvimento inicial ocorre de forma mais uniforme, o produtor reduz riscos, ganha estabilidade e consegue tomar decisões mais seguras, mesmo em um cenário de clima instável”, completa.
Em um ano em que a safrinha volta a ter papel determinante no volume total de milho produzido no país, a combinação entre clima irregular e temperaturas elevadas reforça que investir em eficiência hídrica deixou de ser apenas uma boa prática agronômica e passou a ser uma estratégia central para proteger a produtividade e o resultado econômico da safra.
Sobre a Hydroplan-EB:
Com 27 anos de atuação, a Hydroplan-EB tem como propósito tornar o agronegócio mais sustentável, oferecendo produtos que garantem uma safra mais eficiente e menor impacto ambiental. Referência global na aplicação do gel na agricultura, a empresa se destaca também no desenvolvimento e uso de produtos de origem natural, como óleos essenciais e fertilizantes especiais, no mercado agrícola.
Mais informações em: http://hydroplan.com.br






