Programa de moradia popular faz trabalhador migrar para regiões mais centrais de São Paulo
Para sócio-fundador e CEO da Incorporadora REV3, desafio está em mostrar para as pessoas que o mercado econômico tem opções muito boas e acessíveis para moradia
Os programas de moradia popular estão mudando a cidade de São Paulo. Se há alguns anos, os trabalhadores estavam fadados a comprar imóveis distantes dos grandes centros, pois era apenas isso que existia, agora quem ganha até 10 salários mínimos pode se beneficiar de condições diferenciadas para morar em bairros centrais e consolidados, com fácil acesso às linhas de metrô e transporte público. Há lançamentos populares em bairros como Brooklin, Alto da Mooca, Vila Romana e Ipiranga.

“Estamos vendo uma mudança muito importante no perfil habitacional. As pessoas não precisam mais viver nas franjas de São Paulo, perdendo horas no deslocamento entre casa e trabalho. Elas podem morar em bairros melhores que contam com infraestrutura completa”, disse Romeu Braga Neto, CEO e sócio-fundador da REV3 Incorporadora. Ganham qualidade de vida.
Como funciona o programa e quem pode se beneficiar
O Programa Minha Casa Minha Vida é dividido em 4 faixas de renda familiar bruta. Faixa 1 para famílias que ganham até R$ 2.850 faixa dois até R$ 2.850,01 a R$ 4.700,00 e faixa 3 de até R$ 4.700,01 a R$ 8.600,00 e a faixa 4 para as famílias que ganham mais de R$ 8.600 e até R$ 12 mil. “O que já era bom, ficou ainda melhor em 2024 com a inclusão da Faixa 4 para famílias com renda mensal de R$ 12 mil, ampliando o alcance do programa”, disse o CEO da REV3. Em São Paulo, maior cidade do país, o Minha Casa, Minha Vida foi responsável por 62% dos lançamentos e 63% das vendas entre janeiro e outubro de 2025, segundo o Secovi-SP (Sindicato de Empresas do Setor de Habitação em São Paulo). Além da mudança na localização, o mercado descobriu que é possível fazer moradia popular com qualidade. “É possível fazer habitação popular com muita qualidade e bom gosto. Nos nossos projetos, fazemos questão de uma infraestrutura de lazer completa, com piscina, academia, churrasqueira, ou seja, todos os itens que um produto de classe média possui. Isso é muito aspiracional para o cliente de projetos populares”, disse Romeu. Moradia popular deixou de ser sinônimo de baixa qualidade, segundo o executivo.
Segundo Romeu, “muitos podem achar que um empreendimento sem vaga de garagem seja complexo para vender, mas hoje as pessoas dão mais valor à localização e mobilidade do que à vaga de garagem”. E esses são pilares seguidos pela REV3. “Além disso, a classe C está entendendo que não vale a pena pagar aluguel e que é melhor investir no que é seu. Romeu destaca que as condições atuais de aquisição de um imóvel pelo Programa Minha Casa, Minha Vida são disparadas as melhores opções disponíveis no mercado. “Prazos extensos e juros muito baixos. Uma condição perfeita”, completa Romeu.
Mais sobre a REV3
Com 10 anos de atuação, a REV3 é uma incorporadora que desenvolve empreendimentos residenciais com foco na democratização da moradia de qualidade e na integração com a mobilidade urbana e o entorno. Ao longo de sua trajetória, já lançou mais de 5 mil unidades, entregou mais de 3 mil moradias e soma mais de 250 mil m² de área construída, totalizando mais de R$ 1,5 bilhão em VGV.
Os sócios da incorporadora possuem mais de 30 anos de experiência no mercado imobiliário e financeiro, estruturando projetos que consideram as características de cada região e a conexão com a comunidade local, sempre com visão estratégica e foco em eficiência, qualidade e impacto urbano positivo. Mais informações em https://rev3.com.br/






