Cummins reforça cultura de desenvolvimento com foco em sucessão e protagonismo de carreira

- Abordagem, compartilhada em evento da Society of Women Engineers (SWE), conecta liderança, desenvolvimento e diversidade, ampliando a visibilidade de talentos e acelerando a formação de novas lideranças
A construção de lideranças dentro das empresas passa, cada vez mais, por processos estruturados de desenvolvimento e sucessão. Na Cummins Brasil, essa agenda vem ganhando força como parte da estratégia de gestão de talentos, com iniciativas que estimulam o protagonismo de carreira e ampliam a visibilidade de profissionais em diferentes estágios de desenvolvimento.
O tema foi promovido no último dia 17, durante a palestra “Pessoas Certas, Futuro Certo: A Força do Plano de Sucessão”, apresentada por Aline Ariceto, especialista em Planejamento Estratégico de Produto da Cummins Brasil, durante o ConecteSWE, iniciativa da Society of Women Engineers (SWE) voltada à discussão de carreira, liderança e diversidade no ambiente corporativo.
Durante sua participação, a executiva trouxe reflexões sobre o papel ativo dos profissionais na construção de suas trajetórias e a importância de tornar o plano de sucessão um processo estratégico dentro das organizações.
“Plano de sucessão não é sobre a próxima posição, mas sobre quem você está se tornando ao longo da sua trajetória. Quando esse processo é estruturado e conectado com a liderança, ele deixa de ser burocrático e passa a ser estratégico, abrindo espaço para o desenvolvimento real das pessoas”, afirma.
Na prática, a Cummins combina ferramentas de desenvolvimento, programas de liderança e momentos estruturados de avaliação de talentos para construir um fluxo consistente de profissionais preparados para assumir novos desafios. A abordagem envolve desde a definição de planos de carreira alinhados à estratégia da companhia até a criação de oportunidades de exposição e conexão com diferentes áreas e lideranças.
Um dos pontos centrais desse modelo é o papel ativo da liderança no processo. Além de identificar sucessores, os líderes são incentivados a desenvolver talentos, ampliar sua visibilidade dentro da organização e prepará-los para futuras posições, inclusive fora de suas áreas de atuação, fortalecendo a mobilidade interna e a retenção de conhecimento.
A discussão também ganhou relevância quando foi conectada à agenda de diversidade. Segundo Ariceto, a ausência de intencionalidade em processos de sucessão pode reforçar vieses inconscientes e limitar o avanço de mulheres, especialmente em áreas técnicas.
“Sem visibilidade e preparo estruturado, profissionais altamente qualificadas podem não ser consideradas para novas oportunidades, mesmo tendo potencial para ocupar posições de liderança. É fundamental que haja intencionalidade nesse processo”, destaca.
Ao reforçar uma cultura de desenvolvimento contínuo e protagonismo de carreira, a Cummins busca formar lideranças capazes de atuar em um cenário cada vez mais dinâmico, diverso e orientado à inovação.






