Sustentabilidade e competitividade da palma amazônica ganham destaque na XVII FIPA

Sustentabilidade e competitividade da palma amazônica ganham destaque na XVII FIPA

Agropalma e especialistas do setor apontam a relevância de espaços para debater o potencial da cultura dessa oleaginosa no Pará e as projeções para o futuro do setor

Sustentabilidade e competitividade da palma amazônica ganham destaque na XVII FIPA

A capacidade estratégica e o alcance internacional do modelo paraense de cultivo de palma de óleo foram os temas centrais do painel “Palma sustentável – competitividade, rastreabilidade e o papel da Amazônia no mercado global”, realizado durante a XVII Feira da Indústria do Pará (FIPA).

Na ocasião, Victor Almeida, presidente da Abrapalma, e André Gasparini, diretor Comercial, de Marketing e P&D da Agropalma, empresa brasileira reconhecida mundialmente como referência na produção sustentável de soluções com óleo de palma, analisaram o histórico do setor no estado e os caminhos para expandir a produção de óleo de palma de forma competitiva e responsável.

Na opinião de Gasparini, a transparência e o enfrentamento dos gargalos industriais são fundamentais para o amadurecimento do mercado. Para isso, espaços de diálogo, como o evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), demonstram real valor. “Rodadas de negócios, apresentações e debates são importantes para trazer à luz e discutir o que a gente duvida no ramo. Temos que mergulhar nos desafios para, então, endereçá-los. O Pará tem muita gente boa para fazer isso acontecer”, afirma.

Conectado a essa necessidade de superar obstáculos do campo, o presidente da Abrapalma destacou a relevância da agricultura familiar e a urgência de suporte institucional para que a atividade se expanda. “O Pará é extremamente competitivo na produção de óleo de palma, mas para que possamos mais do que quintuplicar o potencial desse segmento, que hoje já emprega 20 mil pessoas, precisamos de políticas públicas para fomentar a atividade, sobretudo entre pequenos produtores”, defende Almeida.

Com foco em rastreabilidade e práticas socioambientais rigorosas, o painel consolidou a palma paraense como um motor de desenvolvimento da Amazônia. O fortalecimento dessa cadeia produtiva surge como um caminho estratégico para abastecer a indústria nacional e posicionar, globalmente, a região de maneira inovadora e pioneira.

Sobre a Agropalma

A Agropalma é uma empresa brasileira reconhecida em todo o mundo como referência na produção sustentável de soluções com óleo de palma. Sua trajetória começou em 1982, no município de Tailândia (PA), e sua atuação perfaz toda a cadeia produtiva – da fabricação de mudas ao óleo refinado e gorduras especiais às soluções de alto valor agregado. Atualmente, a companhia conta com seis indústrias de extração de óleo bruto, duas refinarias e um terminal de exportação alfandegado, e emprega cerca de 5 mil colaboradores. A Agropalma também foi pioneira em implementar, há mais de 20 anos, um programa de Agricultura Familiar com palma, que beneficia hoje mais de 300 agricultores parceiros. Guiada pelo compromisso com o planeta e as pessoas, a empresa segue avançando em suas práticas para tornar a palma sustentável uma referência brasileira. Para mais informações, acesse: www.agropalma.com.br.

 

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