Galvani avança na gestão hídrica na Bahia com mineração a seco, reuso de água e operações sem barragens
Empresa investe em tecnologias que fortalecem a segurança hídrica e promovem operações mais sustentáveis no estado

Unidade de Angico dos Dias: beneficiamento da rocha fosfática totalmente a seco
A escassez hídrica é um dos principais desafios para o desenvolvimento sustentável no Nordeste brasileiro. Atenta a essa realidade, a Galvani vem consolidando uma estratégia que alia inovação, segurança hídrica e economia circular em suas operações na Bahia. Com investimentos em novas tecnologias e práticas mais sustentáveis, a companhia busca otimizar o uso dos recursos naturais, reduzir impactos ambienteis e aumentar a eficiência dos seus processos.
Para avançar na segurança hídrica de suas operações, a Galvani vem implementando tecnologias e soluções operacionais que promovem o uso mais eficiente da água em todo o processo produtivo. Além de reduzir a demanda por recursos hídricos, essas iniciativas contribuem para a adaptação às mudanças climáticas, incentivam o uso circular de materiais tornando os processos mais resilientes e sustentáveis.
A estratégia está presente nas diferentes operações da empresa no estado
Na Unidade de Mineração de Angico dos Dias (UMA), em Campo Alegre de Lourdes, o beneficiamento da rocha fosfática é realizado totalmente a seco. A tecnologia elimina o uso de água na etapa de concentração mineral e dispensa a construção e operação de barragens de rejeitos, reduzindo riscos operacionais e ambientais.

UMI: concebida com base nos princípios da economia circular e da eficiência hídrica
Em Irecê, a nova Unidade de Mineração (UMI), atualmente em implantação, foi concebida com base nos princípios da economia circular e da eficiência hídrica. O Projeto Minério Primário contará com uma nova rota tecnológica para o beneficiamento da rocha fosfática, reduzindo significativamente a demanda por água no processo produtivo. A operação funcionará com circuito fechado de água, promovendo o reuso contínuo dos recursos hídricos e minimizando a necessidade de captação. Além disso, será uma unidade livre de barragens de rejeitos, com aproveitamento dos materiais anteriormente descartados como corretivos agrícolas, que retornarão ao campo como novos insumos, fortalecendo a circularidade dos recursos e a resiliência da operação frente aos desafios climáticos.

CILEM: Estação de Tratamento de Água da Chuva com reservatório para 73 mil metros cúbicos
Já no Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães (CILEM), a gestão hídrica é reforçada por uma Estação de Tratamento de Água da Chuva. O sistema possui reservatório com capacidade para 73 mil metros cúbicos e ampliando a disponibilidade hídrica da operação durante o período chuvoso e reduzindo a necessidade de captação de água. Toda a água captada é destinada ao reuso industrial, preservando os recursos hídricos da região.
“Nosso compromisso é conectar o futuro da mineração e da produção de fertilizantes à preservação ambiental. Investimos em tecnologias que reduzem o consumo de água, eliminam barragens de rejeitos e transformam materiais antes descartados em novos insumos para a agricultura. Dessa forma, fortalecemos a resiliência das operações diante das mudanças climáticas e contribuímos para um modelo de desenvolvimento mais sustentável nos territórios onde atuamos”, afirma Christiano Brandão, gerente corporativo de Licenciamento, Meio Ambiente, Gestão Fundiária e Direitos Minerários da Galvani.
Para a Galvani, a gestão eficiente da água é parte essencial da estratégia de sustentabilidade e da atuação responsável nos territórios onde está presente. Ao combinar inovação tecnológica, reaproveitamento de recursos e redução de impactos ambientais, a empresa fortalece a produção de fertilizantes alinhada aos desafios climáticos e às necessidades das comunidades e dos ecossistemas locais.
Sobre a Galvani
A Galvani é uma empresa 100% brasileira, especializada na produção e distribuição de fertilizantes. Com presença consolidada no setor há mais de 50 anos, operando em mineração, beneficiamento, industrialização e distribuição de fertilizantes fosfatados, é líder na região agrícola do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). A Galvani opera um complexo industrial em Luís Eduardo Magalhães e uma unidade de mineração em Campo Alegre de Lourdes, além de expandir suas operações com novos projetos em Irecê (BA).






