Oito passos para identificar aquele barulho que te incomoda ao rodar

Oito passos para identificar aquele barulho que te incomoda ao rodar

Especialista explica como aplicar o conceito de checagem para chegar ao ruído que pode indicar um problema muito sério ou não

Oito passos para identificar aquele barulho que te incomoda ao rodar

Quando um veículo já deixou de ser seminovo é natural que ele emita alguns ruídos recorrentes, principalmente quando não há uma manutenção preventiva. Alguns motoristas geralmente se acostumam com aquele barulhinho irritante e outros acabam o driblando com a instalação de um sistema de som ou colocando feltros em porta-moedas ou em compartimentos. Os psicólogos afirmam que existe uma clara relação entre o barulho de fundo e o estresse. Para combatê-lo, alguns especialistas recomendam o uso de tampões, porém esse recurso é impossível e ilegal de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

Com isso é indicado que todos os mecânicos façam uma avaliação completa, começando pela hipótese “mais fácil e seguindo para a mais difícil”. Um exemplo recorrente é quando o cliente chega à oficina relatando um barulho na parte traseira do veículo, e quando, feitas todas as verificações, percebe-se que o problema está na quantidade de coisas carregadas no porta-malas. “Por isso, o importante é eliminar etapas. Identificar o lado do veículo que emite mais barulho, o tipo do ruído (metálico ou seco) e em quais situações de condução ele acontece, como por exemplo, ao passar por um obstáculo ou buraco”, explica o gerente da plataforma de treinamento da DPaschoal, Leandro Vanni.

Outro relato comum é o de um som de vibração recorrente nas extremidades do automóvel. Normalmente, para resolver esse tipo de incidente, basta um simples aperto nas placas de identificação ou um ajuste no para-choque.

“Agora, quando o diagnóstico chega na parte mais difícil, começam a entrar em ação as ferramentas de diagnóstico e a identificação se os componentes foram instalados da maneira correta”, reforça o gerente.

1.  Faça uma inspeção externa. Verifique se não há nada solto, como as placas de identificação, para-choques, calotas, frisos, espelhos retrovisores, pára-lamas, entre outros.

2. Pneus desgastados e desalinhados emitem mais ruídos. A falta de balanceamento também acarreta na maior trepidação e, consequentemente, no maior barulho.

3. O elevador é um excelente recurso para ter um contato visual debaixo do veículo. Neste cenário é possível verificar se o protetor de cárter está solto, se existem folgas nas buchas da suspensão, se a borracha do escapamento soltou, entre outros.

4. Máquinas de vidro, tanto elétrica como manual, se soltam com o tempo e com as excessivas batidas de portas. Por isso, desconfie se o barulho vier de uma das portas.

5. Amortecedores vazando ou chiando é sinal de fraqueza, mas muitas vezes o problema não pode estar somente neles, mas sim nas molas. Se estiverem desgastadas, elas podem estar sobrecarregando o sistema como um todo.

6. Saiba o que você leva! É natural encontrar moedas, brincos, lápis ou objetos esféricos esquecidos ou escondidos nos compartimentos. É aquele barulho que se intensifica toda a vez que ocorre alguma desaceleração e essas coisas acabam circulando para frente. Não esqueça de olhar embaixo dos bancos.

7. Fechaduras em ordem. Verifique se as portas estão alinhadas e se a tampa do capô e do porta-malas estão fechando corretamente. Outro detalhe importante é ver as borrachas. Elas devem além de vedar a água e o vento, não permitir o contato do metal com o metal.

8. O sistema de ventilação muitas vezes capta folhas secas, gravetos ou sujeira das ruas. Ao verificar os filtros e os dutos, além de contribuir para a saúde respiratória, você elimina ruídos indesejados na hora que o sistema é acionado.

Para saber mais acesse: www.dpaschoal.com.br.

 

 

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