Da eficiência operacional ao ESG: por que o tratamento de sementes virou pauta estratégica no agro

Da eficiência operacional ao ESG: por que o tratamento de sementes virou pauta estratégica no agro

Com safra recorde, avanço da soja e demanda crescente por sementes certificadas, o TSI passa a ser visto como elo estratégico entre produtividade, qualidade de processo e sustentabilidade no campo

Da eficiência operacional ao ESG: por que o tratamento de sementes virou pauta estratégica no agro

Em um setor cada vez mais pressionado por escala, padronização, rastreabilidade e qualidade operacional, o Tratamento de Sementes Industrial ganhou relevância por contribuir para maior previsibilidade do processo, melhor desempenho industrial e uso mais racional dos insumos.

Na prática, a discussão já não se limita à proteção da semente. O avanço do TSI acompanha uma transformação mais ampla da agricultura brasileira, em que eficiência, controle de processo e estabilidade operacional se tornaram fatores cada vez mais decisivos para o desempenho da cadeia.

Escala maior, exigência maior

A safra brasileira de grãos 2025/26 pode alcançar 356,3 milhões de toneladas, com a soja projetada em 179,2 milhões de toneladas, ambos em patamares recordes, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Em paralelo, o Brasil projeta 48,3 milhões de hectares de soja na temporada 2025/26, movimento que deve elevar a demanda por sementes certificadas.

Da eficiência operacional ao ESG: por que o tratamento de sementes virou pauta estratégica no agro

Nesse mesmo contexto, o mercado de Tratamento de Sementes Industrial (TSI) avançou de R$ 1,19 bilhão em 2021 para projeções acima de R$ 1,76 bilhão em 2025/26.

Esse cenário ajuda a explicar por que o tratamento de sementes deixou de ser percebido apenas como uma etapa técnica do pré-plantio e passou a ocupar uma posição mais estratégica dentro do agro.

Eficiência operacional também é sustentabilidade

Essa mudança de percepção também tem relação direta com a agenda ESG. Quando o processo industrial melhora a uniformidade de aplicação, reduz perdas, favorece a aderência dos tratamentos e aumenta a estabilidade da operação, ele deixa de ser apenas operacional e passa a dialogar com metas ambientais e de governança.

Em outras palavras, sustentabilidade no tratamento de sementes também passa por eficiência de processo. Reduzir desperdícios, aumentar o aproveitamento de insumos e tornar a operação mais previsível são ganhos que impactam tanto o desempenho industrial quanto a responsabilidade ambiental.

Indústrias brasileiras acompanham a evolução do setor

Mais do que atender a uma demanda técnica do mercado, as indústrias brasileiras ligadas ao TSI estão cada vez mais percebendo esse posicionamento: agora, o tratamento de sementes integra uma agenda mais ampla de transformação do agro. E este caminho seguramente não tem mais volta.

Em vez de atuar apenas como suporte operacional, o novo TSI se consolida como ferramenta capaz de conectar qualidade industrial, melhor uso de insumos, segurança no processo e sustentabilidade.

Um dos grandes exemplos na agroindústria nacional é a Laborsan Agro. Referência no fornecimento de insumos para tratamento de sementes, a empresa vem acompanhando a evolução do mercado com soluções voltadas ao TSI e com uma agenda ESG apoiada em indicadores concretos.

Em seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, a Laborsan Agro reportou redução de aproximadamente 19% nas emissões de gases de efeito estufa e queda de 16,95% na geração de resíduos Classe I.

Dando continuidade a esse compromisso com a transparência e a melhoria contínua, a empresa está atualmente desenvolvendo seu segundo Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2025, que trará dados como o primeiro Inventário de Gases de Efeito Estufa, considerando também o escopo 3 (emissões indiretas que ocorrem durante a cadeia).

A inclusão desse escopo representou um avanço importante na gestão climática da Laborsan Agro, permitindo ampliar a compreensão da influência da cadeia de valor, que revelou que 97% das emissões estão concentradas nesse escopo, evidenciando a importância de monitorar toda a cadeia produtiva.

“Hoje, o tratamento de sementes industrial precisa ser entendido como uma ferramenta estratégica dentro da operação. Quando se ganha em padronização, estabilidade de aplicação e melhor aproveitamento dos insumos, o benefício não é apenas técnico: ele também impacta a eficiência, a sustentabilidade e a consistência dos resultados no campo”, afirma Robson Soares, Gerente de Agronomia e Geração de Demanda da Laborsan Agro.

À medida que o agro brasileiro cresce em escala e exigência, o futuro do tratamento de sementes tende a ser cada vez menos restrito à proteção inicial da semente e cada vez mais ligado à construção de uma agricultura mais eficiente, tecnológica e alinhada às metas de ESG.

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