Derivados de potássio entregam eficiência e escala ao agro

Derivados de potássio entregam eficiência e escala ao agro

Katrium mira consolidação na cadeia produtiva de fertilizantes e agroindústria com padrão e logística

Derivados de potássio entregam eficiência e escala ao agro

O potássio (K) é essencial para a lavoura produzir bem. Ele ajuda a planta a “administrar” água e energia, controlando a perda de água pelas folhas e transportando os açúcares gerados na fotossíntese. Em períodos de seca, segundo material desenvolvido na Universidade de Minnesota (Estados Unidos), esse papel fica ainda mais importante. Quando há deficiência de potássio, o desenvolvimento da planta é prejudicado e a produtividade tende a cair.

No Brasil, o tema também é estratégico do ponto de vista de suprimento. Em comunicado oficial, o Ministério da Agricultura informa que o país importa cerca de 85% dos fertilizantes usados e que, no caso do potássio, o percentual importado chega a 95%, o que aumenta a exposição do agronegócio à volatilidade externa, ao câmbio e a riscos logísticos. O Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) 2022–2050, instituído por decreto, parte desse diagnóstico e estabelece diretrizes e objetivos estratégicos para reduzir vulnerabilidades na cadeia no longo prazo.

É nesse cenário, em que produtividade e previsibilidade caminham juntas, que a Katrium Indústrias Químicas, com a principal planta baseada no Rio de Janeiro, tem buscado consolidar sua associação ao agronegócio por meio da cadeia de derivados de potássio, deslocando a conversa para o que a empresa considera seu diferencial. “Há vários anos a Katrium é referência na cadeia produtiva de fertilizantes e defensivos agrícolas. Com os investimentos recentes na modernização da unidade fabril no Rio de Janeiro, passamos a entregar maiores volumes de produtos com alto grau de qualidade, além de logística avançada. Queremos que a nossa marca remeta o produtor à ideia de insumos confiáveis para aplicação em seus produtos. Nosso diferencial não é discurso, mas garantir padrão, serviço e abastecimento que sustentem performance”, afirma Renan Coelho, diretor comercial da empresa.

A discussão sobre risco e dependência de importações aparece em análises recentes do setor. O Insper Agro Global, por exemplo, aponta que a forte dependência brasileira de fertilizantes importados e concentrados em poucos parceiros torna o país vulnerável a choques externos, com impactos em custos e risco ao longo da cadeia. Para o mercado, isso amplia o peso de critérios como regularidade de especificação e previsibilidade logística, sobretudo nas cadeias industriais que abastecem fertilizantes, misturadoras e agroindústria.

No portfólio público da Katrium, o carbonato de potássio é apresentado com aplicações que incluem síntese de fertilizantes, sais de potássio, além de usos na alimentação humana e animal dentre outras indústrias relevantes. Já a potassa cáustica (KOH) é listada em aplicações que incluem síntese de sais de potássio, fertilizantes e produtos da indústria de mineração, ampliando a conexão entre o agronegócio e cadeias correlatas que também exigem escala, padronização e entrega consistente. “O agro não compra só insumo, compra segurança operacional. Quando há constância entre lotes e previsibilidade logística, o cliente planeja melhor, reduz custo e ganha eficiência”, diz Coelho.

A previsibilidade é decisiva em operações de escala, onde atrasos e variações viram custo. “A cadeia de fertilizantes e agroindústria é implacável: se o insumo falha, a operação para ou fica mais cara. Por isso, nosso foco é ser um fornecedor previsível, com logística, atendimento e padrão técnico que acompanhem o ritmo do agro”, afirma o executivo. O potássio é recorrente em debates sobre eficiência no campo. Segundo a Universidade de Minnesota, ele ajuda a planta a controlar a perda de água e a suportar longos períodos de seca.

Na avaliação de Coelho, é justamente esse “ganho invisível”, resumido em menos improviso e mais previsibilidade, que tende a diferenciar fornecedores em um ambiente mais técnico e exposto a choques externos. “No agro moderno, previsibilidade virou tecnologia. Quem garante abastecimento e constância técnica ajuda o cliente a produzir mais e errar menos”.

Com o potássio no centro das discussões sobre produtividade e segurança de suprimento, a tendência é que o setor siga valorizando soluções capazes de combinar escala com disciplina operacional e consistência técnica. “Queremos ocupar um lugar simples na cabeça do mercado: derivados de potássio com padrão e previsibilidade para o agro. Esta é a agenda: eficiência, escala e confiança para sustentar a performance do setor”, conclui o executivo da Katrium.

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