Entressafra da cana-de-açúcar movimenta o setor industrial com foco em manutenção e tecnologia
Parada entre safras gera demanda por válvulas industriais e reforça a importância da confiabilidade operacional nas usinas

No intervalo entre a colheita e o início de um novo ciclo agrícola, a entressafra da cana-de-açúcar transforma o setor sucroenergético em um canteiro de manutenção, planejamento e modernização. Trata-se de um dos momentos mais estratégicos para a indústria, especialmente para empresas fornecedoras de equipamentos industriais de alta confiabilidade, como é o caso da GEMÜ do Brasil.
De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), o Centro-Sul do Brasil, que é o maior polo produtor do país, registrou uma queda de 78% na moagem de cana no início de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior, um reflexo direto da entressafra e das paradas programadas para manutenção.
“Esse é o momento mais importante do ponto de vista técnico. As usinas realizam manutenções preventivas e corretivas, revisam processos e se preparam para garantir eficiência, segurança e continuidade nas operações da próxima safra”, explica Israel Júnior, coordenador comercial da GEMÜ do Brasil.
O setor de válvulas industriais é diretamente impactado pela entressafra, com aumento significativo na demanda por inspeção, substituição ou modernização de equipamentos. “As válvulas são componentes críticos em todas as etapas do processo produtivo. Durante as paradas, elas passam por avaliações rigorosas para assegurar sua confiabilidade”, afirma Israel.
Entre os modelos mais procurados nesse período, destacam-se as válvulas borboleta e válvulas de diafragma, conhecidas pela durabilidade, resistência e facilidade de manutenção, especialmente em ambientes com condições severas, comuns nas usinas sucroalcooleiras.
Além disso, segundo análises recentes do setor, a safra de cana 2025/26 deve registrar uma moagem estimada entre 596 e 612 milhões de toneladas. Essa oscilação mostra como a performance das usinas depende diretamente da preparação feita na entressafra.
Para atender à demanda crescente durante a entressafra, a GEMÜ adota uma estratégia de antecipação, com gestão de estoques e logística integrada, garantindo maior agilidade no fornecimento de equipamentos. “Tempo é um fator crítico nesse período. Por isso, estamos prontos para atender tanto grandes projetos quanto demandas urgentes”, explica Israel.

A empresa também disponibiliza suporte técnico consultivo em todo o território nacional, com uma equipe de especialistas que atua desde a especificação até o pós-venda. “Oferecemos treinamentos, orientação para substituição de componentes e serviços de manutenção que aumentam a vida útil dos equipamentos e a produtividade das usinas”, conclui.
Sobre a GEMÜ do Brasil – Com fábrica em São José dos Pinhais (PR) desde 1981, a GEMÜ do Brasil produz válvulas e outros equipamentos de alta tecnologia para diversos setores. Na divisão Industrial, fornece produtos para os setores de siderurgia, mineração, fertilizantes, bem como para integrar sistemas de geração de energia, entre outros. Na divisão PFB (Farmacêutica, Alimentícia e de Biotecnologia), é líder mundial em soluções para sistemas estéreis, que incluem a fabricação de vacinas, remédios e novas aplicações de envase de alimentos e bebidas.
Sobre o Grupo GEMÜ – O Grupo GEMÜ é um dos líderes mundiais na fabricação de válvulas, sistemas de medição e controle. Desde sua fundação em 1964, a empresa alemã com foco global se estabeleceu em importantes setores industriais, graças a seus produtos inovadores e soluções personalizadas para controle de processos. A GEMÜ é líder mundial no mercado de aplicações de válvulas estéreis nas indústrias farmacêutica e de biotecnologia. O Grupo GEMÜ emprega mais de 2 mil pessoas em todo o mundo, com plantas na Alemanha, Suíça, China, Brasil, França, EUA e Índia. A rede de distribuidores está presente em mais de 50 países nos cinco continentes. Veja mais no site.
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