Logística amazônica avança com práticas sustentáveis e gestão ambiental integrada

Logística amazônica avança com práticas sustentáveis e gestão ambiental integrada

Logística amazônica avança com práticas sustentáveis e gestão ambiental integrada A logística portuária na Amazônia tem avançado na adoção de práticas sustentáveis que conciliam eficiência operacional, controle ambiental e desenvolvimento social. Por meio de ações integradas e de uma governança ambiental compartilhada, os associados da Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Carga da Bacia Amazônica, AMPORT, vêm fortalecendo um modelo de atuação que reduz impactos ambientais e amplia os benefícios para as comunidades do entorno. Por meio do Plano de Controle Ambiental Integrado (PCAI), plano que orienta ações de controle, monitoramento e mitigação dos impactos associados às atividades portuárias, descarga, armazenamento e transbordo de grãos na região de Miritituba (PA), os associados garantem o atendimento às condicionantes do licenciamento ambiental, a harmonização das ações entre os empreendimentos e uma gestão ambiental mais integrada na região. De acordo com Caroline Arruda, coordenadora de consultoria do PCAI, as práticas sustentáveis adotadas pelas empresas associadas abrangem desde a gestão de resíduos e efluentes até o monitoramento contínuo da qualidade do ar, das águas superficiais, do ruído ambiental e da fauna terrestre e aquática. “A implementação do PCAI trouxe avanços técnicos relevantes, como a padronização dos procedimentos de monitoramento ambiental, o aprimoramento dos mecanismos de controle e mitigação de impactos, a maior integração entre os associados e o fortalecimento da governança ambiental”, explica. Entre os indicadores priorizados estão o controle de emissões atmosféricas difusas, especialmente de material particulado, o monitoramento dos recursos hídricos, com foco no Rio Tapajós e no Igarapé Santo Antônio, e o acompanhamento da biodiversidade. No campo social, o PCAI estrutura ações de comunicação social, educação ambiental e relacionamento institucional, garantindo diálogo permanente com comunidades do entorno e atenção às demandas da comunidade pesqueira. Além da gestão ambiental integrada, a adoção do modal hidroviário é apontada como uma das principais práticas sustentáveis da logística amazônica. Segundo o diretor-presidente da AMPORT, Flávio Acatauassú, o uso predominante das hidrovias torna a cadeia logística mais eficiente do ponto de vista energético e ambiental. “Essa adoção, por si só, já representa a redução de emissões e a maior eficiência energética, além de mitigar os impactos gerados por outros modais de transporte”, afirma. Os resultados desse modelo já podem ser mensurados. A substituição de trechos rodoviários pelo transporte hidroviário nos corredores Branco–Negro, Guamá–Capim, Tocantins e Tapajós resultou em reduções de emissões de gases poluentes de 90,87%, 70,28%, 34,83% e 22,09%, respectivamente. Para os próximos anos, a AMPORT projeta avanços concentrados no aprimoramento contínuo da gestão integrada do PCAI, na qualificação e ampliação dos indicadores socioambientais, no fortalecimento dos programas sociais e no aprofundamento das ações de monitoramento ambiental. “Já consolidamos um modelo mais sustentável com o modal fluvial. O desafio agora é garantir a perenidade da navegação, inclusive nos períodos de seca, e complementar a malha existente com a implantação de ferrovias”, afirma o diretor-presidente. Ao integrar eficiência logística, controle ambiental, inovação e desenvolvimento social, a atuação dos associados da AMPORT reforça o papel da logística amazônica como um vetor estratégico para o desenvolvimento sustentável da região, com soluções concretas que conciliam competitividade e responsabilidade socioambiental.

A logística portuária na Amazônia tem avançado na adoção de práticas sustentáveis que conciliam eficiência operacional, controle ambiental e desenvolvimento social. Por meio de ações integradas e de uma governança ambiental compartilhada, os associados da Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Carga da Bacia Amazônica, AMPORT, vêm fortalecendo um modelo de atuação que reduz impactos ambientais e amplia os benefícios para as comunidades do entorno.

Por meio do Plano de Controle Ambiental Integrado (PCAI), plano que orienta ações de controle, monitoramento e mitigação dos impactos associados às atividades portuárias, descarga, armazenamento e transbordo de grãos na região de Miritituba (PA), os associados garantem o atendimento às condicionantes do licenciamento ambiental, a harmonização das ações entre os empreendimentos e uma gestão ambiental mais integrada na região.

De acordo com Caroline Arruda, coordenadora de consultoria do PCAI, as práticas sustentáveis adotadas pelas empresas associadas abrangem desde a gestão de resíduos e efluentes até o monitoramento contínuo da qualidade do ar, das águas superficiais, do ruído ambiental e da fauna terrestre e aquática. “A implementação do PCAI trouxe avanços técnicos relevantes, como a padronização dos procedimentos de monitoramento ambiental, o aprimoramento dos mecanismos de controle e mitigação de impactos, a maior integração entre os associados e o fortalecimento da governança ambiental”, explica.

Entre os indicadores priorizados estão o controle de emissões atmosféricas difusas, especialmente de material particulado, o monitoramento dos recursos hídricos, com foco no Rio Tapajós e no Igarapé Santo Antônio, e o acompanhamento da biodiversidade. No campo social, o PCAI estrutura ações de comunicação social, educação ambiental e relacionamento institucional, garantindo diálogo permanente com comunidades do entorno e atenção às demandas da comunidade pesqueira.

Além da gestão ambiental integrada, a adoção do modal hidroviário é apontada como uma das principais práticas sustentáveis da logística amazônica. Segundo o diretor-presidente da AMPORT, Flávio Acatauassú, o uso predominante das hidrovias torna a cadeia logística mais eficiente do ponto de vista energético e ambiental. “Essa adoção, por si só, já representa a redução de emissões e a maior eficiência energética, além de mitigar os impactos gerados por outros modais de transporte”, afirma.

Os resultados desse modelo já podem ser mensurados. A substituição de trechos rodoviários pelo transporte hidroviário nos corredores Branco–Negro, Guamá–Capim, Tocantins e Tapajós resultou em reduções de emissões de gases poluentes de 90,87%, 70,28%, 34,83% e 22,09%, respectivamente.

Para os próximos anos, a AMPORT projeta avanços concentrados no aprimoramento contínuo da gestão integrada do PCAI, na qualificação e ampliação dos indicadores socioambientais, no fortalecimento dos programas sociais e no aprofundamento das ações de monitoramento ambiental. “Já consolidamos um modelo mais sustentável com o modal fluvial. O desafio agora é garantir a perenidade da navegação, inclusive nos períodos de seca, e complementar a malha existente com a implantação de ferrovias”, afirma o diretor-presidente.

Ao integrar eficiência logística, controle ambiental, inovação e desenvolvimento social, a atuação dos associados da AMPORT reforça o papel da logística amazônica como um vetor estratégico para o desenvolvimento sustentável da região, com soluções concretas que conciliam competitividade e responsabilidade socioambiental.

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