Porto Itapoá reforça capacidade operacional com chegada de novos equipamentos e tecnologias

Porto Itapoá reforça capacidade operacional com chegada de novos equipamentos e tecnologias

Terminal recebe seu 8º portêiner e mais seis guindastes sobre pneus semiautomáticos

Porto Itapoá reforça capacidade operacional com chegada de novos equipamentos e tecnologias

O Porto Itapoá deu mais um passo importante em sua estratégia de expansão e modernização. O Terminal acaba de receber seu 8º portêiner — guindaste de grande porte utilizado na movimentação de contêineres entre o navio e o cais. Com o novo equipamento, o Porto Itapoá passa a integrar o seleto grupo dos três terminais portuários brasileiros com as maiores frotas de portêineres.

O equipamento chega para complementar a frota que já vem entregando resultados expressivos. Adquirido no ano passado, o 7º portêiner entrou em operação em 2024 e, logo no primeiro mês, registrou um aumento de 15% na produtividade das operações de navios. A expectativa é que o 8º portêiner amplie ainda mais esse desempenho.

A nova máquina traz ainda inovações tecnológicas. Entre elas, um sistema de leitura automática dos contêineres, capaz de agilizar processos, reduzir erros operacionais e elevar a segurança. O novo portêiner também se destaca pela lança de 70 metros — cinco metros maior que os modelos anteriores —, o que permite operar com maior alcance e eficiência, especialmente em navios de grande porte.

De acordo com o CEO do Porto Itapoá, Ricardo Arten, o investimento reforça o compromisso do Terminal com operações de alta performance e segurança. “A expansão da nossa frota de portêineres é fundamental para garantir ainda mais produtividade, mas sempre com foco em segurança operacional. Estamos preparando o Porto Itapoá para atender navios cada vez maiores e fluxos mais complexos, sem abrir mão de proteger quem faz tudo acontecer”, afirma.

Além do portêiner, também chegaram ao Terminal seis novos RTGs — guindastes sobre pneus que realizam a movimentação de contêineres no pátio. Os equipamentos seguem o modelo já adotado pelo Porto Itapoá, operados por controle remoto. O Terminal, inclusive, foi o primeiro da América do Sul a implementar RTGs remotos, somando atualmente dez unidades desse tipo.

Os novos RTGs, no entanto, trazem um diferencial: serão semiautomáticos. Parte de seus movimentos ocorre de forma autônoma, sem a intervenção constante do operador remoto, o que aumenta a eficiência e reduz riscos operacionais.

Arten destaca que os investimentos fazem parte da Fase IV de expansão do Terminal, projetada para elevar a capacidade e preparar o Porto Itapoá para as exigências dos próximos anos. “Estamos evoluindo para um patamar ainda mais alto em tecnologia, automação e eficiência. Cada novo equipamento representa mais agilidade, mais segurança e mais competitividade para nossos clientes e para toda a cadeia logística”, enfatiza o CEO.

Expansão

O Porto Itapoá deu início à sua Fase IV de expansão em janeiro 2024, com previsão de investimentos que somam R$ 500 milhões nos próximos 12 meses. Esse projeto é mais um passo no crescimento contínuo do Terminal – consolidado entre os três maiores do Brasil – que planeja ser o maior, mais eficiente e mais seguro da América do Sul.

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