Solo como ativo estratégico: Allterra lança plataforma de Inteligência Regenerativa para gerar valor no campo
Índice de Biodiversidade do Solo permite acompanhar, safra após safra, os resultados da agricultura regenerativa.

Durante décadas, o desempenho da agricultura foi acompanhado principalmente por indicadores como produtividade, rentabilidade, custos e eficiência operacional. Mas um dos ativos mais importantes do sistema produtivo ainda é pouco gerenciado a partir de métricas capazes de demonstrar sua evolução ao longo do tempo: o solo.
Com o avanço da agricultura regenerativa, esse olhar começa a mudar. Mais do que adotar práticas isoladas, o desafio passa a ser compreender as condições do solo, definir estratégias adequadas para cada ambiente produtivo, acompanhar sua evolução e comprovar os resultados gerados ao longo das safras.
É a partir dessa visão que a Allterra se posiciona como uma Plataforma de Inteligência Regenerativa, conectando biociência, diagnóstico e soluções integradas para acelerar a evolução da agricultura, ativando o potencial do Solo Vivo.
A proposta estrutura a regeneração como um ciclo contínuo de gestão: Decodificar, Potencializar, Integrar, Medir e Monetizar. No centro dessa jornada está o Índice de Biodiversidade do Solo[1], que permite acompanhar a evolução do solo ao longo do tempo e transformar dados em inteligência para decisões mais precisas.
“O produtor já acompanha indicadores econômicos, produtivos e operacionais para tomar decisões. Nossa proposta é incorporar o solo a essa mesma lógica de gestão. Quando conseguimos medir sua evolução, podemos entender se as estratégias adotadas estão gerando os resultados esperados e orientar os próximos passos”, explica Karime Nahass, diretora de Marketing, P&D e Agronomia da Allterra.
Da compreensão do solo à sua evolução
A jornada começa por Decodificar. Compreender as condições do solo permite construir um diagnóstico do ambiente produtivo, identificar oportunidades e estabelecer uma referência para acompanhar sua evolução.
O passo seguinte é Potencializar, construindo os fundamentos necessários para que o solo vivo expresse seu potencial. Nesse processo, entram soluções voltadas à construção do perfil do solo, por meio da tecnologia TMF, que entrega cálcio e outros nutrientes em profundidade, e à recomposição do microbioma, com a ativação dos microrganismos por meio da tecnologia Microgeo.
A partir dessa base, a Allterra busca Integrar diferentes tecnologias e estratégias de manejo, conectando nutrição, biologia, proteção e cobertura do solo de acordo com as características e necessidades de cada área.
Depois da implementação, é preciso Medir. Um novo diagnóstico permite comparar os resultados, acompanhar a evolução do Índice de Biodiversidade do Solo e gerar informações que apoiem ajustes no manejo, tornando as decisões progressivamente mais orientadas por dados.
“Não vendemos produtos isolados. Construímos um sistema que faz o solo evoluir. E, para que essa evolução possa efetivamente fazer parte da gestão da fazenda, precisamos medi-la e transformá-la em informação para a tomada de decisão”, afirma Karime.
Regenerar também é gerar valor
O último elo desse ciclo é Monetizar: transformar a evolução do solo em valor para o negócio agrícola.
Ao acompanhar sua evolução ao longo das safras, o solo deixa de ser percebido apenas como suporte físico da produção e passa a ser tratado como patrimônio estratégico da propriedade.
Um solo biologicamente mais equilibrado pode favorecer o aproveitamento de nutrientes e a retenção de água, além de contribuir para uma estrutura física mais equilibrada e para a resiliência do sistema produtivo. Ao mesmo tempo, a mensuração contínua permite demonstrar a evolução das práticas regenerativas, fortalecendo a gestão e contribuindo para um cenário em que sustentabilidade e rastreabilidade ganham cada vez mais relevância.
“A agricultura regenerativa representa uma evolução na forma de gerir a produção. Não se trata apenas de olhar para o resultado de uma safra, mas de construir as condições que sustentam o desempenho do sistema ao longo do tempo. Quando decodificamos, potencializamos, integramos e medimos a evolução do solo, conseguimos transformar a agricultura regenerativa em valor tangível”, conclui Karime.
[1] A Biome Makers desenvolveu o Índice de Biodiversidade do Solo, indicador de sustentabilidade ecológica da plataforma BeCrop®. O índice converte um score de 0 a 100 em uma classificação que vai de manejo nativo (mínima intervenção humana) a manejo prejudicial (alto risco de perda de biodiversidade e fertilidade do solo).






