Solução com custo de energia zero é aposta para edificações sustentáveis

Em um cenário onde a eficiência energética é crucial para o futuro da construção civil, a Molas Brusque, fornecedora industrial líder em componentes de precisão, está reposicionando um elemento fundamental – a mola – como um verdadeiro sistema de “energia zero” essencial para a redução do consumo nos edifícios
O setor de edificações é um dos maiores consumidores de energia globalmente, sendo responsável por cerca de 32% do uso final de energia e, indiretamente, uma fatia significativa das emissões de CO2, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção. No Brasil, o foco em soluções sustentáveis tem se intensificado, com a projeção de que o setor de edificações contribua com até 66% dos ganhos de eficiência elétrica até 2034, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética do governo federal. É nesse contexto que a Molas Brusque apresenta uma perspectiva de eficiência baseada em mecânica passiva.
A proposta central da empresa é substituir, sempre que possível, o acionamento elétrico de retorno por soluções puramente mecânicas, garantindo a funcionalidade com custo de energia zero.
O exemplo mais claro dessa filosofia é o uso de molas de retorno em portas e portões. Em vez de sistemas eletromecânicos, sensores de presença e pequenos motores que consomem eletricidade para garantir o fechamento seguro, a mola de torção ou compressão armazena e libera a energia mecânica de forma passiva. Isso garante que ambientes climatizados – refrigerados ou aquecidos – mantenham sua temperatura interna, aliviando a carga sobre o sistema de HVAC do edifício, que é um dos maiores vilões do consumo de energia.
Outros componentes críticos incluem:
- Válvulas e torneiras temporizadas: molas de precisão são o coração de torneiras de fechamento automático em banheiros públicos e comerciais. O fechamento imediato e garantido pela força da mola evita o desperdício de água, resultando em economia indireta de energia com o bombeamento e tratamento de água.
- Dampers e venezianas de ventilação: Em sistemas de ventilação passiva ou exaustão, as molas asseguram o fechamento hermético de registros e dampers quando inativos. Isso impede a fuga de ar condicionado ou aquecido, evitando que o sistema central tenha que trabalhar mais para compensar a perda.
Para Juliane Fischer, diretora da Molas Brusque, a solução está na engenharia que abraça a simplicidade.”A indústria da construção busca incansavelmente por tecnologias digitais e complexas para atingir a meta ‘Net-Zero’, o que é vital. No entanto, estamos mostrando que a eficiência energética começa com a base, apostando no uso inteligente da física. Nossas molas são sistemas de energia zero que substituem motores de baixo consumo. Uma porta com mola de qualidade que veda perfeitamente o ambiente elimina a necessidade de um sistema elétrico de fechamento e poupa a energia gasta no ar-condicionado. É uma economia de longo prazo, discreta e totalmente confiável,” afirma Juliane Fischer.
A Molas Brusque ressalta que o investimento em componentes mecânicos de alta qualidade tem um excelente retorno (ROI) por serem de baixa manutenção, longa durabilidade e, acima de tudo, eliminarem o consumo constante de eletricidade para funções básicas de retorno e fechamento. Ao olhar para o ciclo de vida completo de uma edificação, essa escolha mecânica se traduz em significativa redução na pegada de carbono operacional.
“Estamos fornecendo aos arquitetos e engenheiros civis um caminho para integrar a sustentabilidade em nível de componente, demonstrando que o pequeno detalhe faz a grande diferença na economia de energia de um prédio,” conclui Fischer.






