Tecnologia gera modelos 3D de áreas submersas por meio…

Tecnologia gera modelos 3D de áreas submersas por meio de ondas sonoras

Tecnologia gera modelos 3D de áreas submersas por meio de ondas sonoras

O uso de ecobatímetros permite ao profissional tornar mais precisa a leitura de terrenos embaixo da água

Com a crescente demanda por obras de infraestrutura em todo o país, faz-se cada vez mais necessário o uso de novas tecnologias a fim de auxiliar os profissionais na medição de áreas, mapeamento de terrenos e planejamento das obras. De acordo com levantamento feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), esse mercado deve crescer este ano 2% em relação ao ano passado.

Segundo Rogério Neves, CEO da CPE Tecnologia, empresa que atua no mercado de soluções para geotecnologia, este é um segmento que está em constante transformação e é preciso estar sempre antenado para atender as demandas e auxiliar os profissionais em seus maiores desafios. Para ele, uma das maiores dificuldades é realizar o mapeamento de áreas submersas, atividade importante para o planejamento de grandes obras de engenharia em áreas em que há água. “A coleta de dados nessas áreas é mais difícil por conta do movimento da água, do relevo acidentado e da pouca ou nenhuma visibilidade”.

Neves explica que para auxiliar o profissional, existem hoje recursos tecnológicos como o ecobatímetro, um equipamento utilizado para realizar a medição do tempo decorrido entre a emissão de um pulso sonoro, de frequência sônica ou ultrassônica, e a recepção do mesmo sinal após ser refletido pelo fundo do mar, lagoa, leito de rio, barragens, represas e lagos. “Com essa ferramenta é possível gerar modelos 3D da topografia analisada, otimizando a análise e interpretação de dados. Com os resultados, podemos traçar estimativas de variações de volume de água, identificando, inclusive, se há riscos de inundação em áreas de risco”, conta.

Para o executivo, o investimento feito nessa tecnologia pode render resultados positivos para áreas de atuação na água, pois além de reduzir o tempo para a realização do mapeamento do terreno, assegura-se a precisão na coleta dos dados e na identificação de pontos sensíveis. “Esse equipamento possibilita atualizar constantemente mapas de rotas marítimas, identificar áreas de risco e embasar estudos técnicos para grandes obras de engenharia em áreas submersas, como pontes, canais para transporte de água, entre outros”, comenta o especialista.

Entre outros equipamentos modernos, a CPE Tecnologia trabalha atualmente com o Ecobatímetro D230. “Trata-se de um novo recurso que faz a leitura precisa das áreas submersas porque tem um excelente receptor acústico, que capta o eco gerado dentro da água, gerando modelos 3D com exatidão”, explica Neves, que finaliza dizendo que “quando se usa a ferramenta adequada, é possível reduzir custos, aumentar a agilidade e tornar o projeto mais preciso.

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