Três tipos de precisão fundamentais para aumentar a produtividade nas operações agrícolas

Três tipos de precisão fundamentais para aumentar a produtividade nas operações agrícolas

Três tipos de precisão fundamentais para aumentar a produtividade nas operações agrícolas

Tecnologia de correção de sinal diminui erros de informações de posicionamento para alcançar e manter a precisão das máquinas

Essencial para fornecer a orientação correta para os equipamentos agrícolas, a tecnologia de recepção GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite) funciona melhor quando não atua sozinha. Quando combinada com uma solução de correção de sinal para minimizar os erros de posicionamento durante os processos na lavoura, assegurando a precisão e a consistência das operações. Em qualquer atividade do maquinário agrícola, existem três tipos de precisão que são relevantes: a precisão absoluta, a relativa e a estática.

De acordo com Alexandre Ballarotti, gerente de vendas LATAM, no segmento agrícola na divisão Autonomy & Positioning da Hexagon, juntas, elas permitem aos agricultores a otimização do uso de recursos, a melhora na produtividade, além da redução dos impactos ambientais. No entanto, para que isso seja possível, a recepção do sinal precisa superar alguns obstáculos. “O percurso do sinal dos satélites para o receptor não é isento de desafios. Efeitos ao longo desse caminho causam atrasos, distorções e posicionamentos imprecisos, que podem resultar em uma imprecisão horizontal de mais de 7 metros”, explica.

Por isso, para garantir que o equipamento receba informações de posicionamento precisas, os serviços de correção ajudam a resolver as fontes de erro nos dados brutos do GNSS, permitindo que o receptor calcule uma posição mais precisa. Serviços como o TerraStar-C PRO, por exemplo, desenvolvido pela Hexagon | NovAtel, é capaz de transmitir os dados de correção em tempo real, para um receptor em qualquer lugar do mundo. “Ele foi desenvolvido para as operações que exigem precisão de 2,5 centímetros, como na agricultura, e fornece um tempo de convergência de 5 minutos”, acrescenta Alexandre.

Ballarotti explica em mais detalhes as diferenças entre os três tipos de precisão de posicionamento:

Precisão absoluta

A precisão absoluta se refere à capacidade do receptor de determinar precisamente um ponto na Terra. “Sistemas mais simples com margem de erro de metros tendem a ser usados em aplicações de baixa precisão, como acompanhar entregas em aplicativos, mas não são tão eficazes para o uso na agricultura. Para o uso agrícola, pequenas variações na localização de máquinas como tratores, colheitadeiras e pulverizadores, podem ter um impacto significativo no uso eficiente de insumos, na produtividade das colheitas e na redução de desperdícios”, ilustra Alexandre.
Um receptor que tenha uma precisão absoluta de 2,5 centímetros fornece coordenadas geoespaciais com uma margem de erro de apenas 2,5 centímetros em relação às coordenadas calculadas. Na prática, isso significa que o receptor é capaz de reconhecer exatamente onde esteve e retornar a qualquer momento dentro do nível de precisão do receptor. Isto é usado em práticas de agricultura para permitir que as máquinas sigam com precisão linhas de orientação pré-determinadas ou existentes.

Precisão relativa

A precisão relativa (passada a passada) é a capacidade do receptor de retornar a um ponto anterior em 15 minutos. “Essa precisão ajuda a minimizar falhas e sobreposições ao aplicar sementes, produtos químicos e outros insumos agrícolas; reduzir a fadiga do operador, especialmente em condições de baixa visibilidade, como condições climáticas adversas ou durante a noite; e coletar dados de campo precisos para terrenos, solos e rendimentos”, Ballarotti explica. Portanto, se a precisão de passada a passada for de 3 centímetros, depois que a máquina girar no final do campo, ela poderá retornar a 3 centímetros de sua última passagem.

Precisão estática (repetibilidade)

A repetibilidade, ou precisão estática, é medida pela capacidade do receptor de retornar a um ponto previamente medido em algum momento futuro, seja em um dia, um mês ou um ano. Após o retorno, a linha de orientação pode estar deslocada uma determinada distância, o que é chamado de erro estático. Segundo Alexandre, a repetibilidade se traduz na capacidade do operador de seguir o mesmo caminho com a máquina ao longo do ano, reduzindo assim o desperdício causado por áreas excessivamente compactadas, e também viabiliza a adoção do direcionamento automático em todas as fases das operações agrícolas

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