Integração entre energia e automação amplia competitividade na indústria

À medida que empresas dos setores setores eletrointensivos visam aumentar a produtividade, economizar custos e avançar em suas metas de descarbonização, cresce a necessidade de operações mais conectadas e capazes de integrar informações de energia e processo em tempo real. Em um panorama no qual sistemas elétricos e de automação ainda operam, em muitos casos, de modo independente, a eliminação desses silos torna-se um fator cada vez mais importante para expandir a eficiência, a confiabilidade e a competitividade dos ativos industriais.
É nesse contexto que a Schneider Electric participará da edição 2026 da ROG.e, que acontece de 21 a 24 de setembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro, revelando sua visão para a convergência entre energia e automação industrial. Durante o evento, a companhia apresentará como o EcoStruxure™ Power & Process orquestra sistemas elétricos, automação e tecnologias digitais em uma arquitetura operacional unificada, superando barreiras históricas entre essas disciplinas. A proposta é proporcionar uma perspectiva integrada das operações, simplificando processos e acelerando a tomada de decisão.
Para empresas do setor essa abordagem representa uma nova forma de projetar, operar e manter instalações industriais. Ao alinhar desde o início sistemas elétricos e de automação, é possível descomplicar a engenharia dos projetos, reduzir interfaces e riscos de implementação, acelerar a execução de investimentos CAPEX e antecipar a entrada em operação dos ativos, além de criar uma base mais preparada para ampliar a disponibilidade operacional, otimizar o consumo de energia e mitigar custos ao longo da vida útil dos ativos.
Essa necessidade se mostra ainda mais relevante à medida que as indústrias de processo enfrentam uma combinação crescente de desafios, como pressão por produtividade, volatilidade dos custos de energia, metas de diminuição de emissões e a necessidade de maximizar o retorno sobre investimentos de longo prazo. Nesse cenário, a digitalização assume um papel estratégico ao converter dados operacionais em ações mais rápidas, precisas e orientadas a resultados.
“A integração entre energia e automação não é apenas uma evolução tecnológica, mas uma mudança na dinâmica de operar ativos industriais. Quando eventos elétricos e de processo passam a ser analisados dentro do mesmo contexto operacional, as equipes conseguem compreender melhor o comportamento da planta, responder mais rapidamente a desvios e tomar decisões mais consistentes para manter a performance dos ativos”, afirma Carlos Selestrin, diretor de Industrial Automation da Schneider Electric Brasil.
A transição ocorre em um momento em que operadores industriais vêm revisitando seus modelos de investimento e gestão de ativos. Em vez de otimizar somente etapas específicas da operação, escala o interesse por estratégias aptas a propiciar impactos positivos durante o ciclo de vida dos empreendimentos, conciliando desempenho operacional, eficiência energética e sustentabilidade.
“O mercado está alterando a maneira como avalia investimentos industriais. A questão deixou de ser implementar novas tecnologias e migrou para entender como elas podem gerar valor ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos. As empresas buscam soluções que permitam atenuar complexidades, incrementar a previsibilidade operacional, acelerar a execução de CAPEX e reduzir riscos de implementação. É nesse contexto que a integração entre energia e automação se transforma em um diferencial estratégico”, diz Vitor Santana, diretor Comercial da Schneider Electric Brasil.
Durante a feira, os visitantes poderão conhecer como a união entre energia e processo agrega valor desde a fase de projeto até a operação contínua dos ativos. No estande da Schneider Electric, especialistas vão demonstrar aplicações voltadas à otimização da engenharia, operações integradas e inteligência operacional, incluindo soluções de digital twin, simulação de processos, gestão de energia e automação industrial.
A companhia também exibirá como seu ecossistema tecnológico, que reúne soluções da AVEVA, ETAP e EcoStruxure™ Power & Process, ajuda empresas a conectar energia, automação e software em uma estratégia operacional integrada. A sinergia dessas tecnologias contribui para impulsionar a eficiência, fortalecer a confiabilidade dos ativos e apoiar operações mais resilientes, eficientes e preparadas para os desafios de competitividade e descarbonização que moldam o futuro da indústria.
Sobre a Schneider Electric
A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo eficiência e sustentabilidade por meio da eletrificação, automação e digitalização de indústrias, negócios e residências. Suas tecnologias permitem que edifícios, data centers, fábricas, infraestruturas e redes funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas impulsionados por inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil colaboradores e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo.






