Camilla Corsi, da Syngenta, recebe reconhecimento internacional da American Chemical Society
Executiva é premiada por liderança em Pesquisa & Desenvolvimento e contribuições para a descoberta de novas tecnologias em proteção de cultivos
Camilla Corsi, Diretora Global de Pesquisa e Desenvolvimento da Syngenta Proteção de Cultivos, foi anunciada como vencedora do Reconhecimento Internacional de Pesquisa em Agroquímicos (International Award for Research in Agrochemicals 2026), concedido pela American Chemical Society (ACS).

A entidade realizou um simpósio em homenagem à executiva, por sua liderança e contribuições para a descoberta do fungicida pidiflumetofem (ADEPIDYN® technology); dos inseticidas isocicloseram (PLINAZOLIN®technology) e espiropidiona (TINIVION® technology); além do novo nematicida ciclobutrifluram (TYMIRIUM® technology). As tecnologias ADEPIDYN®, PLINAZOLIN® e TYMIRIUM® representam uma nova geração de soluções de proteção de cultivos, oferecendo controle robusto de doenças, pragas e nematoides em diferentes culturas e regiões.
Química de formação, Camilla Corsi ingressou na Syngenta em 2004 e ocupou diversas posições de liderança em P&D. Em janeiro de 2025, assumiu a liderança global de P&D em Proteção de Cultivos, área que conta com mais de 3.000 cientistas, tecnólogos e especialistas regulatórios em 51 países, incluindo quatro centros globais de pesquisa. Corsi integra o time ampliado de Liderança Global do Syngenta Group desde janeiro de 2025 e é membro do Conselho de Inovação da companhia.
“Este é um momento de muito orgulho para mim. Como empresa, investimos continuamente em tecnologias para tornar a agricultura mais produtiva, sustentável e resiliente diante das pressões climáticas e de recursos. Agradeço à American Chemical Society por reconhecer o trabalho que realizamos na Syngenta e por me homenagear com este prêmio”, afirma Camilla Corsi.
A Syngenta mantém um dos principais pipelines de P&D em proteção de cultivos, com investimentos de até US$ 2 bilhões por ano em Pesquisa & Desenvolvimento em suas unidades de negócios. Este é um dos segmentos mais regulados do mundo. Para obter e manter registro, um produto deve demonstrar segurança para trabalhadores, meio ambiente, culturas e consumidores. De acordo com dados recentes do setor, o desenvolvimento e a chegada ao mercado de um novo produto podem levar mais de 10 anos, com custo médio superior a US$ 300 milhões.
A Syngenta é líder global em proteção de cultivos e oferece aos agricultores um amplo portfólio de soluções voltadas a gerar mais produtividade com menos impacto. Além de defensivos químicos sintéticos, a companhia pesquisa produtos biológicos, derivadas da natureza ou inspiradas por ela, com o objetivo de contribuir para o manejo de pragas, favorecer a absorção de nutrientes e apoiar a tolerância das plantas a condições climáticas adversas.
Tecnologias digitais e Inteligência Artificial (IA) também vêm remodelando a agricultura. Em P&D, o machine learning acelera a descoberta de novos ingredientes ativos ao explorar grandes espaços químicos, enquanto abordagens de design generativo contribuem para desenvolver produtos melhores e mais rapidamente. No campo, a detecção por drones combinada a recomendações agronômicas geradas por IA apoia a otimização de operações e a expansão da agricultura de precisão. Na cadeia de suprimentos, previsões de demanda orientadas por IA ajudam a aprimorar logística e eficiência operacional. Juntos, esses avanços representam uma mudança significativa no que a agricultura moderna pode alcançar.
Nascida na Itália, Corsi possui graduação em Química pela Universidade de Florença e doutorado pela University College London, no Reino Unido. Ela é co-patrocinadora da rede Women Leading in Science da Syngenta, além de ser uma defensora ativa de mulheres e meninas em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.






