Preparar sistemas de drenagem antes dos temporais ajuda a evitar prejuízos
Com o avanço da primavera e a previsão de mudanças no regime de chuvas entre diferentes regiões do país, empresas reforçam a importância da manutenção preventiva e de equipamentos adequados para retirar a água de áreas críticas.

O período chuvoso ainda não chegou de forma uniforme ao país, mas já começa a entrar no planejamento de empresas, condomínios, propriedades rurais, empreendimentos comerciais e até cidades. A razão é simples: quando grandes volumes de água chegam em pouco tempo, falhas em sistemas de drenagem podem transformar uma ocorrência climática em perda de materiais, danos estruturais e até paralisação das atividades.
O cenário meteorológico de 2026 reforça a necessidade de planejamento regional. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta alta probabilidade de estabelecimento do El Niño ao longo do segundo semestre e prevê que o fenômeno possa persistir até o verão de 2026/2027. Seus efeitos, porém, não devem ser iguais em todo o território brasileiro: as projeções indicam maior tendência de chuva em áreas do Sul e condições mais secas no centro-norte do país.
“O comportamento da chuva pode variar bastante de uma região para outra, mas a necessidade de prevenção é comum a todas. O melhor momento para verificar um sistema de drenagem é antes de ele ser colocado à prova por um temporal”, afirma Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento.
O desafio é retirar a água no momento certo
Em áreas industriais, estacionamentos, subsolos, galpões, condomínios e instalações comerciais, a drenagem por gravidade nem sempre é suficiente para retirar rapidamente grandes volumes de água. Nesses casos, sistemas de bombeamento podem funcionar como parte da estrutura destinada a conduzir a água para fora das áreas de risco.
Segundo Drauzio Menezes, motores elétricos adequados para o acionamento de bombas, como os modelos da Hercules utilizados em aplicações com a Motobomba Linha Jet Pump IP55 – IR3 e a Bomba Monobloco JM IP55 – IR3, são importantes para sistemas destinados a situações de alagamento. “Essas aplicações exigem motores de alta eficiência e grau de proteção IP55, desenvolvidos para trabalhar com bombas centrífugas e atender a diferentes necessidades de bombeamento”, explica.

“Em uma situação de chuva intensa, não basta ter uma bomba disponível. É preciso que o conjunto esteja corretamente dimensionado para a vazão e a altura de bombeamento exigidas pela instalação”, complementa o executivo.
Dimensionamento evita soluções improvisadas
A escolha de uma motobomba deve levar em conta características como volume de água, vazão necessária, altura de recalque, tubulações, frequência de uso e condições do ambiente. Um equipamento subdimensionado pode não conseguir retirar a água na velocidade necessária, enquanto um sistema superdimensionado pode elevar desnecessariamente o investimento e o consumo de energia.
O diretor da Hercules explica que a empresa disponibiliza motores elétricos nas potências de 3 CV a 15 CV, com dois polos, para aplicações como a Bomba Monobloco JM IP55 – IR3. Os motores contam ainda com mancais vedados, dreno para saída de água condensada, classe de isolamento F e fator de serviço 1,25.
“O sistema precisa ser pensado como um conjunto. Motor, bomba, tubulação e condições de instalação precisam estar compatíveis. Esse cuidado aumenta a confiabilidade e evita descobrir durante uma emergência que a estrutura não consegue atender à demanda”, destaca o diretor.
Manutenção preventiva reduz o risco de falha
Outro ponto crítico é o tempo em que os equipamentos permanecem parados. Bombas utilizadas principalmente em situações de emergência podem passar meses sem entrar em operação, o que aumenta a importância de inspeções e testes prévios.
Antes do período de maior ocorrência de chuvas, a recomendação é verificar motores, bombas, conexões, comandos elétricos, tubulações e pontos de captação. Também devem ser observados sinais de corrosão, vazamentos, obstruções e desgaste.
“Os motores elétricos industriais da Hercules são desenvolvidos para ambientes severos e possuem grau de proteção IP55, além de construção totalmente blindada. Um sistema de drenagem precisa funcionar quando a empresa mais precisa dele. Testar os equipamentos antes do período crítico permite identificar problemas com antecedência e fazer os ajustes sem a pressão de uma emergência”, afirma Menezes.
Alagamento pode significar mais do que dano material
Em uma indústria, a entrada de água em áreas produtivas ou instalações elétricas pode provocar interrupções que vão muito além da limpeza do local. Máquinas paradas, matérias-primas danificadas, perdas logísticas e manutenção emergencial podem elevar significativamente o custo de um episódio de chuva intensa.
Por isso, a drenagem deve ser considerada parte da estratégia de continuidade operacional. “Prevenir um alagamento não significa apenas proteger o patrimônio. Significa proteger a continuidade da operação. Quanto mais rápido a água puder ser retirada de uma área crítica, menor tende a ser o impacto sobre o negócio”, ressalta o diretor.
Clima exige acompanhamento constante
Com o El Niño em desenvolvimento, o INMET recomenda acompanhar as atualizações meteorológicas, já que os efeitos do fenômeno podem mudar de intensidade e apresentar comportamentos distintos entre as regiões.
Para empresas, esse acompanhamento pode ser combinado ao planejamento da infraestrutura, permitindo antecipar manutenção e verificar se os equipamentos instalados continuam adequados às necessidades atuais.
“Não existe prevenção baseada apenas na previsão do tempo. É preciso combinar informação climática com conhecimento da própria infraestrutura. Saber onde estão os pontos vulneráveis e se os equipamentos estão preparados faz parte da gestão de risco”, conclui Drauzio Menezes.
Sobre a Hercules Energia em Movimento
A Hercules Energia em Movimento, que é uma junção da Hercules Motores Elétricos com a Thor Condutores Elétricos, transforma desafios em energia para criar soluções inovadoras no mercado de motores elétricos e componentes relacionados desde 2005. Com um portfólio ampliado, a companhia, com sede em Timbó (SC), não se limita mais apenas aos motores elétricos, mas também oferece condutores elétricos customizados, inversores de frequência e motorredutores, atendendo a vários setores através das vertentes: Hercules Motores Elétricos, Hercules Condutores Elétricos, Hercules Inversores de Frequência e Hercules Motorredutores.
A evolução constante é o motor que impulsiona a Hercules, buscando sempre inovação, eficiência e competitividade para seus clientes. Com fabricação 100% nacional e compromisso com a qualidade e o atendimento personalizado, a empresa entrega soluções que priorizam a economia, rentabilidade e o desenvolvimento conjunto dos negócios. Ao reforçar a sua presença no mercado e otimizar processos internos, a Hercules segue seu movimento, transformando o futuro com a força da evolução.
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